20/11/09
Dissertação: GOVERNO ELETRÔNICO NA SEGURANÇA PÚBLICA: CONSTRUÇÃO DE UM SISTEMA NACIONAL DE CONHECIMENTO.
Edson Rosa Gomes da Silva.
Engenharia e gestão do conhecimento. UFSC.
Orientador: prof Aires José Rover.
Banca: Fernando Galindo...
Dissertação edson
Mapa - poluição do ar
Em 2004 foi publicado este mapa mostrando que alguns países bem específicos poluiam o ar global. Alguns deles apontavam o dedo duro para o Brasil, que contribui, seriamente, com suas queimadas. Sem dúvida, mas vamos devagar com o andor... Como sempre, há mais simulacros do que uma discussão séria em que cada um assume sua real responsabilidade diante da loucura que é a destruição da terra nuestra.
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Evento - Acesso à Informação, Serviços Eletrônicos e Cidadania
Promovido pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI)1 e 2 dezembro 2009
Programação:
Primeiro Dia - 01/12
10:00 – Conferência: Clara Ant (Presidência da República)
10:30 - Palestra: Secretário Rogério Santanna - Governança e Transparência
11:00 - e-PING: Situação atual e perspectivas
Coord.: Ernani Marques (USP)
Nazaré Bretas (SLTI/MP), Alejandro Barros, Marco Cepik e Diego Canabarro (consultores BID)
Segundo Dia - 02/12
09:00 - Experiências Internacionais com Integração de Serviços:
Coord.: Xavier Comas (BID)
Daniel Mintz (EUA), Chang-Hak Choi (Coréia), Karel de Vriendt (Comunidade Européia) – Gravação em vídeo.
10:30 - Portal da transparência: Plataforma de serviços e participação do cidadão no Chile
Eduardo Gonzalez (Conselho de Transparência do Chile)
14:00 – Experiências de Disponibilização de Dados Governamentais
Coord. Vagner Diniz (W3C Brasil)
Miriam Chaves (Casa Civil), Marcelo Stopanovski (CGU), Márcia Marinho (Datasus/MS) e Pedro Markun (Casa de Cultura Digital)
>>http://www.informacaoecidadania.gov.br/index.html
Palestra - sistema de automacao da justiça - saj
Universidade Federal de Santa Catarina
Curso de pós graduação em engenharia e gestao do conhecimento, EGC
Pós internacional sobre Democracia eletrônica
Governo eletrônico e inclusão digital
Trimestre 2009/3
Prof Aires José Rover
Palestra - sistema de automacao da justiça - saj
por: Alexandre Golin
sistema de automacao da justiça - saj
Curso de pós graduação em engenharia e gestao do conhecimento, EGC
Pós internacional sobre Democracia eletrônica
Governo eletrônico e inclusão digital
Trimestre 2009/3
Prof Aires José Rover
Palestra - sistema de automacao da justiça - saj
por: Alexandre Golin
sistema de automacao da justiça - saj
Corriere della Sera - Le città del futuro: Florianópolis
L'isola della magia sfugge a tutti i cliché sul Sudamerica. Ed è stata ribattezzata «Silicon Valley sulla spiaggia». La chiamano "Isola della magia", ma la magia c’entra poco. A Florianópolis ha fatto tutto la natura, regalandole spiagge all’altezza dei Caraibi. E in quantità: puoi restare in vacanza un mese e cambiarne un paio al giorno. L’effetto è grandioso ma un po’ straniante: è il Brasile, eppure quelli che incontri hanno fisionomie familiari; la qualità della vita è alta, la criminalità bassa. Floripa, nomignolo locale, non risponde a nessuno dei cliché sul Paese. Il mistero degli abitanti? Presto chiarito: il 45 per cento discende da immigrati italiani, il 35 da tedeschi, l’8 da portoghesi delle Azzorre (i primi colonizzatori), il 5 da polacchi. Ne resta un altro: come è riuscito questo gioiello a rimanere così a lungo sconosciuto?>> leia mais
Palestra - comércio eletrônico
Campus São Miguel do Oeste
Curso de Curta duração: Direito e internet
Prof. Aires José Rover
apresentacao comercio eletronico
Disciplina - direito e internet
Campus São Miguel do Oeste
Curso de Curta duração: Direito e internet
Prof. Aires José Rover
Material de trabalho:
Informática jurídica
Sociedade da informação
Crimes de Informática
Perícia criminal
Comércio eletrônico
Direitos autorais e proteção do software
E-Gov
INFOJUR, revista de informática jurídica: http://infojur.ccj.ufsc.br
Trabalho final realizado pelos alunos
Palestra - propriedade intelectual e informática
Universidade do Oeste de SC - UNOESCCampus São Miguel do Oeste
Curso de Curta duração: Direito e internet
Prof. Aires José Rover
Propriedade Intelectual e proteçao do software
Palestra - crimes de informática
Campus São Miguel do Oeste
Curso de Curta duração: Direito e internet
Prof. Aires José Rover
Crimes de informática
Palestra - perícia e crimes de informática
Universidade do Oeste de SC - UNOESCCampus São Miguel do Oeste
Curso de Curta duração: Direito e internet
Prof. Aires José Rover
Perícia
I speak earth - Action at COP15, Cate Blanchett
As world leaders gear up for the UN Climate Change Conference (COP15) this December, it is more important than ever that people around the world take a stand against climate change. i speak earth ...
Uma chamada para divulgarmos a necessidade de que o COP15 seja um momento de verdadeira mudança na forma como as nações lidam com o problema ambiental...
Uma chamada para divulgarmos a necessidade de que o COP15 seja um momento de verdadeira mudança na forma como as nações lidam com o problema ambiental...
Festival das flores de Florianópolis
Venha, participe, alegre-se com a beleza e simplicidade das flores. Estas, que nem Salomão se vistiu como uma delas... Festival das flores de Florianópolis
Olhai os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; e eu vos digo que nem mesmo Salomão, com toda a sua glória, se vestiu como um deles. Ev.de Mateus 6:28 e 29.
Olhai os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; e eu vos digo que nem mesmo Salomão, com toda a sua glória, se vestiu como um deles. Ev.de Mateus 6:28 e 29.
Evento - 6º WORKSHOP EGC/UFSC 2009

Programação com vídeos das palestras:
02/12
Noite de Abertura para encontro de pesquisadores, professores, atuais alunos e egressos
03/12
Palestra Internacional
Palestra Internacional: “Knowledge Management in Europe” –
Klaus North, Wiesbanden Univ. (Alemanha)
03/12
Palestra Internacional
Palestra Internacional: “Knowledge Management in Europe” –
Klaus North, Wiesbanden Univ. (Alemanha)
Mesa Redonda: “Conhecimento como fator estratégico às organizações brasileiras”
Letícia Rodrigues – Gestora de Conhecimento da Natura Cosméticos
Maria de Fátima Albuquerque – Gestora de Pessoas – Totvs S.A
Mesa Redonda: “Conhecimento como fator estratégico à gestão pública no Brasil”
Fabio Ferreira Batista – Pesquisador do IPEA
Marcio de Miranda Santos – Diretor Executivo do CGEE
Palestra
Arlindo Phillipi Jr. – USP e Coordenador Geral da CAInter
Dia 04/12/2009
Painel Científico
Acordo de Cooperação
Apresentação
Palestra de Encerramento
A indústria farmacêutia não gosta deste mineral
CLORETO DE MAGNÉSIOPor Padre Beno J. Schorr
Professor de Biologia, Física e Química
Colégio Catarinense, Florianópolis - SC, 30/09/1985
O Magnésio não é nada menos que um mineral milagroso no seu efeito sobre a cicatrização de uma vasta gama de doenças, bem como na sua capacidade de rejuvenescer e evitar o envelhecimento do corpo. Sabemos que é fundamentais para muitas reações enzimáticas, em especial no que diz respeito às celulares de produção de energia, para a saúde do cérebro e o sistema nervoso, e também para os dentes e ossos saudáveis. No entanto, pode constituir uma surpresa que, sob a forma de cloreto o magnésio também é um impressionante lutador contra infecção.
O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos antibióticos do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD. Em 1915 ele foi à procura de uma solução para limpar feridas dos soldados, porque ele descobriu que os anti-sépticos tradicionalmente utilizados nos tecidos danificados incentivavam as infecções em vez de as prevenir. Em todos os seus testes a solução de cloreto de magnésio foi de longe a melhor. Não somente ele era inofensivo para os tecidos, mas também aumentava enormemente a atividade dos leucócitos e a fagocitose, a destruição de micróbios.
Os desenganados de bico de papagaio, nervo ciático, coluna e calcificação têm, agora, cura perfeita, indolor, fácil e barato. E ao mesmo tempo cura todas as doenças causadas pela carência de Cloreto de Magnésio, até a artrose.
INDICAÇÕES
CIRCULAÇÃO: angina, arteriosclerose, pressão arterial e colesterol elevado, infartos cardíacos, hipertensão, acidentes vasculares cerebrais, taquicardia (pulso rápido), trombose.
SISTEMA DIGESTIVO: cólicas, constipação, diarreia crónica, malabsorção, pancreatite (inflamação do pâncreas).
SISTEMA NERVOSO: apatia, confusão, depressão, desorientação, epilepsia, alucinações, irritabilidade, doença mental, esclerose múltipla, nervosismo, neurite, paranóia, doença de Parkinson, falta de memória, senilidade.
GERAL: alcoolismo, artrite, ossos quebrados, calcificação em qualquer órgão, o cancro, a Síndrome de Fadiga Crônica, diabetes, dores de cabeça, infecções e inflamações, cirrose hepática, lúpus eritematoso, enxaquecas, a velhice, os problemas da próstata, raquitismo, rigidez -- Mental e física, pele enrugada e dura, rigidez, formação de pedra na vesícula ou rins, tiróide, faringite, amigdalite, rouquidão, resfriado comum, gripe, asma, bronquite, pneumonia, broncoconstrição, enfisema pulmonar, "as doenças das crianças" (tosse, convulsão, sarampo, rubéola, cachumba, febre escarlate ...) , envenenamentos, gastroenterite, furúnculos, abcessos, erisipela, feridas.
MINHA CURA: Estando que paralítico, dez anos antes de começar a cura, tendo 61 anos, sentia pontadas agudas na região lombar - um bico de papagaio que, já antes, dava um peso crescente na barriga da perna direita. Havia 5 anos o peso virou dor que, com todos os tratamentos, só aumentava. Depois de dois anos, atinei com a causa, mal levantando-me da cama, sentia um formigar pela perna, até os pés. Ao abaixar-me, o formigamento cessava; erguia-me, voltava. Repeti as duas posições, só podia ser aquele desgraçado bico de papagaio, que apertava o nervo ciático na terceira vértebra, e quando em pé, curvando-lhe, dava folga! Fiz então meus trabalhos, o mais possível sentado. Havia anos que fazia tudo sentado, menos a Missa, um tormento. E adiava a viagem à Ilha de Marajó, onde devia completar a rede de rádio´telefonia de 48 estações em 6 Estados. Depois de meio ano, viajei, esperando melhorar naquele eterno verão. Mas piorou de vez. Rezava a Missa sentado, acompanhado pelo povo, orientava meus ajudantes a montar os mastros e a esticar as antenas por cima dos telhados. Sem tardar, voltei a Florianópolis, para ir a um especialista, com novas radiografias. Agora, já era um bando de bicos de papagaio, com seus bicos calcificados, duros em grau avançado... "Nada é possível fazer. As dez aplicações de ondas curtas e dissensões da coluna não detiveram a dor, a ponto de nem mais deitado poder dormir." Ficava sentado, até quase cair da cadeira de sono, quando atinei que podia dormir enrolado ou sentado fugir da dor. "E então?" Assaz desenganado, apelei ao bom Deus: "Estás vendo a tua criatura? Não lhe custa dar um jeitinho..." Providencialmente, ainda fui ao ENCONTRO DOS JESUÍTAS CIENTISTAS, em Porto Alegre. E Padre Suarez me disse ser fácil a cura com CLORETO DE MAGNÉSIO, e me mostrou escrito no livrinho do Padre Puig, jesuíta espanhol, que descobriu... E que sua mão estava até dura de tão calcificada, mas com este sal ficou móvel como de uma menina. Como também outros parentes seus. E, brincando, disse: " - Com este sal, só vai morrer dando um tiro na cabeça ou por acidente!" Em Florianópolis, logo comecei a tomar uma dose diária. Três dias depois, comecei a tomar uma dose de manhã e uma à noite. Mesmo assim, continuava a dormir enrolado. Até o 20o. dia, quando acordei esticado na cama, sem dor. Mas caminhar ainda era aquela dor. Aos 30 dias, me levantei "todo estranho": "Será que estou sonhando?!" Nada mais me doía, e dei até uma voltinha pela cidade, sentido contudo o peso de dez anos antes. Aos 40 dias, caminhei o dia inteiro com pequeno peso. Aos 3 meses, sentia crescer a flexibilidade. Dez meses já se passaram, e me dobro quase como uma cobra! O Cloreto de Magnésio arranca o Ciclo dos lugares indevidos e o fixa nos ossos. Ainda mais: a pulsação, seguidamente abaixo de 40, já pensando em marca-passo, normalizou. O sistema nervoso ficou notoriamente calmo. Maior lucidez, sangue descalcificado e fluido. As frequentes pontadas do fígado sumiram. A próstata, a ser operada na primeira folga, já não me incomoda muito. E outros efeitos, a ponto de várias pessoas me perguntarem: " - O que está acontecendo contigo...? Mais jovem?!" É isso mesmo, voltou-me a alegria de viver. Por isso, me vejo obrigado a repartir o "jeitinho" que O Bom Deus me deu. Centenas de pessoas em Santa Catarina, depois de anos de sofrimento de males da coluna, artrose, etc. mandaram também cópias a outros.
RELATO DE CASO - PRÓSTATA: Um ancião já não conseguia urinar. Nas vésperas da operação, lhe deram como preparação. Aí começou a melhora. Depois de uma semana, estava curado, sem operação. Há casos em que a próstata regride, às vezes ao normal. Sugere-se 2 doses de manhã, 2 doses no almoço, 2 doses à noite.
INDICAÇÕES DEVIDO A MALFORMAÇÕES ORGÂNICAS:
1) Bico de papagaio - obesidade, nervo ciático, coluna, arteriosclerose, rins, calcificação, surdez por calcificação: 1 dose de manhã, 1 dose à tarde, 1 dose à noite. Quando obtida a cura, continuar o uso para não haver reincidência, nas dosagens recomendadas segundo a idade.
2) Artrose - o ácido úrico se deposita nas articulações do corpo, visivelmente nos dedos, que até incham. Porque os rins estão então falhando, por falta do Cloreto de Magnésio. Tenha cautela na expectativa de cura, porque os rins podem já estar deteriorados irreversivelmente: 1 dose pela manhã - se em 20 dias não obtiver resultados, tomar 1 dose pela manhã e 1 dose à noite. Após a cura, tomar a dose indicada para a idade.
3) ACHAQUES DA VELHICE - Reumatismo, rigidez muscular, impotência sexual, cãibras, tremores, frigidez, artérias duras, falta de atividade cerebral, sistema nervoso: 1 dose pela manhã, 1 dose no almoço, 1 dose à noite.
IMPORTÂNCIA DO CLORETO DE MAGNÉSIO:
O Cloreto de Magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos em suas funções catalisadoras, como os rins para eliminar o ácido úrico nas artroses, descalcifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, para evitar enfartes, purificando o sangue, vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade. O Cloreto de Magnésio é de todo o menos dispensável, como o professor na aula.
Depois dos 40 anos, o organismo absorve sempre menos Cloreto de Magnésio (dos alimentos), produzindo velhice e doenças. Por isso deve ser tomado conforme a idade:
dos 20 anos aos 55 anos, 1/2 dose (uma colher de sopa) em jejum;
dos 55 anos aos 70 anos, 1/2 dose de manhã e 1/2 dose à noite;
dos 70 anos aos 100 anos, uma dose pela manhã e uma dose à noite;
Recomenda-se usar a vida inteira, a partir do 20 anos de idade. tomando-se de trimestralmente, durante três meses seguidos, sempre observando-se necessariamente um intervalo de um mês sem uso entre cada trimestre. As pessoas da cidade, com alimentos de baixa qualidade (refinados e enlatados), podem fazer uso de dosagem um pouco maior; já as pessoas do campo, podem tomar um pouco menos.
O Cloreto de Magnésio não cria hábito, mas ao deixarmos de usá-lo perdemos a proteção. Não fugirá a todas as doenças, dores e desgastes naturais, mas serão bem mais atenuados ou eliminados os sintomas da maioria. Se nos deixarmos levar pelo comodismo, poderemos reviver os problemas da sua ausência, até dores, em vez de gozarmos de uma saúde radiante.
O Cloreto de Magnésio não é remédio. Mas alimento sem contra-indicações. É compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a 3 doses diárias, e não conseguindo deveria implementá-las à parte, para não adoecer. Dificilmente passará do limite. Por isso, as doses acima indicadas para a partir de 40 anos são mínimas. Tomar as doses para uma doença só favorece à cura das demais ao mesmo tempo, porque o sal se põe em todo o corpo.
ATENÇÃO: Segundo estudos bibliográficos feitos pelo Fitoterapeuta Josué Fransosi, deficientes renais devem ter precaução com o uso do Cloreto de Magnésio nas dosagens aqui indicadas. Podendo tentar aproveitar seus benefícios observando os efeitos em dosagens reduzidas.
PREPARO, ACONDICIONAMENTO E CONSERVAÇÃO
Dissolver 33 gramas em 1 litro de água. Acondicionar em um vasilhame de cor escura, de preferência que não deixe passar a luz - pois o produto é fotoreagente. Conservar em geladeira. No Brasil, o Cloreto de Magnésio é adquirido em geral, sem necessidade de receita médica. Como todo produto ou até mesmo alimento, somente deve ser ingerido de acordo com as dosagens ou proporções adequadas ao organismo.
* Extraído e adaptado revezadamente de folheto produzido e distribuída originalmente por Luiz Vilela Mezêncio, Naturalista/CRT 21.226, Avaliação pela Iridologia e Recomendações Terapêuticas.
** O Reverendíssimo Padre Beno veio a falecer em Maio de 2005, aos seus 93 anos de idade, portanto 32 anos após a descoberta que fez da utilidade do Cloreto de Magnésio. Não falecendo entretanto por doença, mas porque simplesmente seu coração parou!
FONTE: http://cloreto.webnode.com/
Kafka - diante da lei
Veja o texto diante da lei:
In Franz Kafka, O processo. São Paulo, Brasiliense, 1995. 6. ed., p. 230-32.
[...] Diante da lei está um porteiro. Um homem do campo dirige-se a este porteiro e pede para entrar na lei. Mas o porteiro diz que agora não pode permitir-lhe a entrada. O homem do campo reflete e depois pergunta se então não pode entrar mais tarde. "É possível", diz o porteiro, "mas agora não". Uma vez que a porta da lei continua como sempre aberta, e o porteiro se posta ao lado, o homem se inclina para olhar o interior através da porta.
Quando nota isso, o porteiro ri e diz: "Se o atrai tanto, tente entrar apesar da minha proibição. Mas veja bem: eu sou poderoso. E sou apenas o último dos porteiros. De sala para sala, porém, existem porteiros cada um mais poderoso que o outro. Nem mesmo eu posso suportar a visão do terceiro", O homem do campo não esperava tais dificuldades: a lei deve ser acessível a todos e a qualquer hora, pensa ele; agora, no entanto, ao examinar mais de perto o porteiro, com o seu casaco de pele, o grande nariz pontudo e a longa barba tártara, rala e preta, ele decide que é melhor aguardar até receber a permissão de entrada. O porteiro lhe dá um banquinho e deixa-o sentar-se ao lado da porta. Ali fica sentado dias e anos. Ele faz muitas tentativas para ser admitido, e cansa o porteiro com os seus pedidos. Muitas vezes o porteiro submete o homem a pequenos interrogatórios pergunta-lhe a respeito da sua terra e de muitas outras coisas, mas são perguntas indiferentes, como as que costumam fazer os grandes senhores, e no final repete-lhe sempre que ainda não pode deixá-lo entrar. O homem, que se havia equipado bem para a viagem, lança mão de tudo, por mais valioso que seja, para subornar o porteiro. Este aceita tudo, mas sempre dizendo: "Eu só aceito para você não achar que deixou de fazer alguma coisa". Durante todos esses anos, o homem observa o porteiro quase sem interrupção. Esquece os outros porteiros e este primeiro parece-lhe o único obstáculo para a entrada na lei. Nos primeiros anos, amaldiçoa em voz alta o acaso infeliz; mais tarde, quando envelhece, apenas resmunga consigo mesmo. Torna-se infantil, e uma vez que, por estudar o porteiro anos a fio, ficou conhecendo até as pulgas da sua gola de pele, pede a estas que o ajudem a fazê-lo mudar de opinião. Finalmente, sua vista enfraquece e ele não sabe se de fato está escurecendo em volta ou se apenas os olhos o enganam. Contudo, agora reconhece no escuro um brilho que irrompe inextinguível da porta da lei. Mas já não tem mais muito tempo de vida. Antes de morrer, todas as experiências daquele tempo convergem na sua cabeça para uma pergunta que até então não havia feito ao porteiro. Faz-lhe um aceno para que se aproxime, pois não pode mais endireitar o corpo enrijecido. O porteiro precisa curvar-se profundamente até ele, já que a diferença de altura mudou muito em detrimento do homem. "O que é que você ainda quer saber?", pergunta o porteiro, "você é insaciável." "Todos aspiram à lei" diz o homem, "como se explica que, em tantos anos, ninguém além de mim pediu para entrar?" O porteiro percebe que o homem já está no fim, e para ainda alcançar sua audição em declínio, ele berra: "Aqui ninguém mais podia ser admitido, pois esta entrada estava destinada só a você. Agora eu vou embora e fecho-a".
Palestra - O Processo de modernização da secretaria de estado da fazenda de Santa Catarina na era do conhecimento e da informação

por
Amery Moisés Nadir Júnior
Gerente de Substituição Tributária e Comércio Exterior da Secretaria da Fazenda de Santa Catarina
Renato Dias Marques de Lacerda
Coordenador Técnico dos programas de Modernização da Gestão Fiscal Estadual - PROFISCO e PMAE
>>Ver também:
Palestra - A ética e a mãe terra - Leonardo Boff
Palestra - O uso de mapas como metáfora de acessibilidade
Palestra - A TV digital pública interativa pode ser o caminho mais curto para a inclusão digital
Palestra - Acesso eletrônico a administração pública: cidadania e o desenvolvimento democrático
Palestra - sistema de automacao da justiça - saj
Palestra - Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Palestra - O processo digital no Brasil
Palestra - Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Prof. Dr. Vinícius Medina Kern (UFSC)
Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Palestra - O processo digital no Brasil
8º encontro Ibero-Latino-Americano de Governo eletrônico e inclusão digiltalO processo digital no Brasil
Rubens Curado (Secretário Geral CNJ)
O processo digital no Brasil
Palestra - Processo eletrônico na Justiça Federal
8º encontro Ibero-Latino-Americano de Governo eletrônico e inclusão digiltalDesembargador Sérgio Renato Tejada Garcia (Justiça Federal)
Processo eletrônico na Justiça Federal
Processo eletrônico na Justiça Federal
Computação Social na Sociedade da Informação e na Economia
Relatório sobre a web 2.0 - computação social - entre os europeus:
Temas:
Key Findings, Future Prospects and Policy Implications
The Adoption and Use of Social Computing
Social Computing from a Business Perspective
The Social Computing industry and its value chain
Business models for application providers
Industrial impact
Social Computing and the Mobile Ecosystem
Technical trends: social identity management
Social trends: identity construction and disclosure in Social Computing
Economic trends: the economics of identity in Social Computing
Social Computing and Learning
Social computing for education and training
Social Computing and Social Inclusion
Social exclusion and digital exclusion
Social computing, digital inclusion and social inclusion
Social Computing and Health
European healthcare and health
Opportunities for Social Computing and health
Social Computing and Governance
FONTE: Information Society Unit, European Commission - Joint Research Centre (JRC), Institute for Prospective Technological Studies (IPTS)
Temas:
Key Findings, Future Prospects and Policy Implications
The Adoption and Use of Social Computing
Social Computing from a Business Perspective
The Social Computing industry and its value chain
Business models for application providers
Industrial impact
Social Computing and the Mobile Ecosystem
Technical trends: social identity management
Social trends: identity construction and disclosure in Social Computing
Economic trends: the economics of identity in Social Computing
Social Computing and Learning
Social computing for education and training
Social Computing and Social Inclusion
Social exclusion and digital exclusion
Social computing, digital inclusion and social inclusion
Social Computing and Health
European healthcare and health
Opportunities for Social Computing and health
Social Computing and Governance
FONTE: Information Society Unit, European Commission - Joint Research Centre (JRC), Institute for Prospective Technological Studies (IPTS)
Entrevista do vice-presidente José Alencar
Entrevista concedida à repórter Adriana Dias Lopes, da Revista Veja.Como o senhor está se sentindo?
Está tudo ótimo: pressão, temperatura, coração e memória. Tenho apetite, inclusive – só não como torresmo porque não me servem. O meu problema é o tumor. Tenho consciência de que o quadro é, no mínimo, dificílimo – para não dizer impossível, sob o ponto de vista médico. Mas, como para Deus nada é impossível, estou entregue em Suas mãos.
Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é incurável?
Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado. A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público – ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim. Um homem público com cargo eletivo não se pertence.
O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra, que estava empatado. E, agora, qual é o placar?
Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar.
Como a doença alterou a sua rotina?
Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a mudar nos últimos meses. Ando cansado. O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza, e a Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu. Sou atendido por eles no próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem drama nenhum.
O senhor não passa por momentos de angústia?
Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso.
O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?
A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política.
É penoso para o senhor praticar a humildade?
Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor.
Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte?
Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina". O que significa isso? Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir.
O senhor tem medo da morte?
Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente.
O senhor se deu conta da comoção nacional que tem provocado?
Não há fortuna no mundo capaz de retribuir o carinho dos brasileiros. Sou um privilegiado. Você não imagina a quantidade de manifestações afetuosas que tenho recebido. Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo do momento da morte.
O senhor se tornou mais devoto com a doença?
Sou de família católica, mas nunca fui de ir à missa. Nem agora faço isso. Quando a coisa aperta, rezo o pai-nosso. Ultimamente, tenho rezado umas duas, três vezes ao dia.
Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?
Abraçaria a Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim". "
Palestra - O Poder Judiciario Electrónico na Iberoamérica, 2009
8º encontro Ibero-Latino-Americano de Governo eletrônico e inclusão digiltalO Poder Judiciario Electrónico na Iberoamérica, 2009
Prof. Dr. José Miguel Busquets (Uruguai)
O Poder Judiciario Electrónico na Iberoamérica, 2009
Palestra - Experiências de governo eletrônico na América Latina
Experiências de governo eletrônico na América Latina
Prof. Dr. Ricardo Sebastián Piana (Argentina)
Experiências de governo eletrônico na América Latina
Evento - 8o encontro ibero-latino-americano de governo eletronico e inclusao digital
8º Encontro Íbero Latino Americano de Governo Eletrônico5º Conferência Sul-Americana em Ciência e Tecnologia aplicada ao eGov - conegov
Local: UFSC – auditório CSE
Programação:
Dia 17 de novembro de 2009
09:30 – 10:15 – Palestra de Abertura – Hugo Cesar Hoeschl, Post. Doc.
Coordenador do Conselho Consultivo de Governo do Estado de Santa Catarina - CONSULT
10:15 – 11:15 – Palestra II – Timothy Waema, Dr.
School of Computing and Informatics
University of Nairobi - Kenia
Titulo: Successes and Failures of e-Governance Implementation: Lessons from e-local Governance Research in Africa
11:15 – 12:30 – Mesa I – Interoperabilidade
Vagner Diniz, Esp.
Gerente do Escritório Brasil W3C
Titulo: A crise do governo eletrônico e as novas possibilidades com dados governamentais abertos
Marcelo Stopanovski Ribeiro, MSc.
Secretário de Prevenção da Corrupção e Informações Estratégicas da Controladoria-Geral da União da Presidência da República
14:00 – 15:15 – Mesa II - Inovação
Antonio Diomário de Queiroz, Dr.
Presidente da Fundação de Apoio A Pesquisa Científica e tecnológica do Estado
de Santa Catarina – FAPESC
Tania Cristina D’Agostini Bueno, Dra.
Presidente do Instituto de Governo Eletrônico, Inteligências e Sistemas-i3G
Marzely Gorges Farias, Dra.
Coordenadora da Coordenadoria de Inovação e Propriedade Intelectual da UDESC
15:15 – 16:00 – Palestra III – Roberto Lerena , Ing.
Consultor do Centro de Transferencia Tecnológica e Consultoria da Universidad FASTA em Mar del Plata, Argentina
Titulo: VIHDA: Cuando el Gobierno Electronico ayuda a salvar vidas"
16:30 – 17:15 – Palestra IV –Hipolito M. Rodríguez Casavilca , MSc.
Jefe de la Unidad de Virtualización de la Universidad Inca Garcilaso de la Vega, Lima, Perú
Titulo: El aula virtual en el posgrado de Gestion y Control Gubernamental: Un apoyo al campus y a la clase virtual
17:15 – 18:30 – Mesa III – e-GOV
Paulo Luna, Dr.
Hugo Cesar Hoeschl, Post. Doc.
Roberto Giordano Lerena, Ing.
Dia 18 de novembro de 2009
Painel 1 - Das 9:00 às 10:30
Prof. Dr. Aires José Rover (UFSC) - Projetos de governo eletrônico para o controle do orçamento
Prof. Dr. Fernando Galindo (Zaragoza/Espanha) - Aprendizagem virtual e governo eletrônico
Dr. André Barbosa Filho (Assessor Especial da Casa Civil) - A TV digital pública interativa pode ser o caminho mais curto para a inclusão digital
Moderador: Prof. Dr. Luis Adolfo Olsen da Veiga (UFSC)
Painel 2 - Das 10:30 às 12:00
Prof. Dr. Manuel Vázquez (Zaragoza/Espanha) - Inclusão digital e identificação
Prof. Dr. Francisco Javier Garcia Marco (Zaragoza/Espanha) - Acesso eletrônico a administração pública: cidadania e o desenvolvimento democrático
Moderador: Prof. Dr. Orides Mezzaroba (CPGD/UFSC)
Painel 3 - Das 14:30 às 16:00
Prof. Dr. Vinícius Medina Kern (UFSC) - Plataformas e-gov como sistemas sociotecnológicos
Prof. Dr. Ricardo Sebastián Piana (Argentina) – Experiências de governo eletrônico na América Latina
Moderador: Prof. Dr. José Leomar Todesco
Painel 4 - Das 16:00 às 18:30
Desembargador Sérgio Renato Tejada Garcia (Justiça Federal): Processo eletrônico na Justiça Federal
Prof. Dr. José Miguel Busquets (Uruguai): O Poder Judiciario Electrónico na Iberoamérica, 2009
Secretário Geral Rubens Curado (CNJ): O processo digital no Brasil
Moderador: Prof. Dr. José Renato Cella (PUC/PR)
Painel 5 - Das 19:00 às 20:30
Msc. Amery Moisés Nadir Júnior (Gerente de Substituição Tributária e Comércio Exterior
da Secretaria da Fazenda de Santa Catarina) e Msc. Renato Dias Marques de Lacerda
(Coordenador Técnico dos programas de Modernização da Gestão Fiscal Estadual - PROFISCO e PMAE)
- A administração tributária na sociedade da informação e do conhecimento: o processo de modernização do fisco catarinense
Moderador: Prof. Tarcísio Vanzin (UFSC)
Dia 19 de novembro
Apresentação de trabalhos
Link para o i3g
Palestra - ministro da cultura Juca Ferreira
A abertura do ministro no evento mostrou claramente sua preocupação, não sei se do governo, de pensar uma forma mais democrática de gerir os produtos culturais colocados à disposição da sociedade brasileira pelos autores privados. Esse equilíbrio nào é fácil de ser construído, mas é algo urgente a ser feito, visto que vivemos em pleno avanço da sociedade do conhecimento e boa parte desse conhecimento é privado, caro e controlado por monopólios. Sem contar que a participação do Estado na busca desse equilíbrio é certamente nula. Vale a pena assistir.
Evento - III Congresso de Direito de Autor e Interesse Público
Evento - III Congresso de Direito de Autor e Interesse Público
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